Governança Corporativa
Estrutura estratégica para geração de valor sustentável, mitigação de riscos e alinhamento entre investidores, empreendedores e stakeholders.
Estrutura estratégica para geração de valor sustentável, mitigação de riscos e alinhamento entre investidores, empreendedores e stakeholders.
Na Criabiz Ventures, acreditamos que governança corporativa não é apenas um conjunto de regras — é um pilar estratégico para geração de valor sustentável, mitigação de riscos e alinhamento entre investidores, empreendedores e stakeholders.
Nossa estrutura foi desenhada para assegurar disciplina de capital, transparência decisória e rigor na avaliação de oportunidades, combinando experiência prática de mercado com processos formais de governança.
A governança societária da Criabiz é composta por instâncias independentes e complementares, que atuam de forma coordenada no suporte à gestão executiva:
Órgão máximo de direcionamento estratégico, responsável por definir as diretrizes de longo prazo, supervisionar a gestão executiva e garantir o alinhamento com os interesses dos acionistas.
Responsável pela análise, validação e aprovação das decisões de alocação de capital, com foco em oportunidades de alto crescimento e aderência à tese da Criabiz.
Atua na supervisão regulatória, integridade das operações e aderência às melhores práticas de mercado, incluindo aspectos legais, fiscais e de transparência.
Essas instâncias atuam de forma independente e técnica, auxiliando e assessorando a Diretoria Executiva na condução dos negócios.
Responsável pela execução da estratégia, gestão operacional e implementação das decisões, a Diretoria Executiva é liderada por seu Diretor Executivo, Christian Pensa.
Cada vertical de Venture Building tem seu próprio conselho consultivo de especialistas:
Com o avanço da Criabiz na estruturação de sua plataforma digital de transacionamento de ativos — incluindo equity tokens e outros instrumentos digitais — estamos expandindo nossa arquitetura de governança para suportar um ambiente mais complexo, regulado e escalável.
Essa nova etapa exige especialização técnica, segregação de funções e maior robustez nos processos decisórios.
Neste contexto, estamos estruturando novos comitês estratégicos: